Biblioteca Digital

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Experiências com Letras


GelArte

        No dia 25 de fevereiro, a turma 8ºF esteve na biblioteca para desenvolver o módulo GelArte inserido no projeto Experiências com letras.
        Tal como em todas as outras sessões, começámos pela literatura com a leitura da história “Geração nada espontânea e o herói dos pacotes de leite” do livro “Darwin aos tiros. E outras histórias de ciência” de Carlos Fiolhais e David Marçal.
        Dizia a ideia da “geração espontânea” e passo a citar “se deixássemos pedaços de queijo e pão embrulhados em trapos num sítio escuro, seriam gerados ratos de modo espontâneo ao fim de alguns dias”. Hoje, com o conhecimento existente, mesmo que não dediquemos a nossa vida à ciência, sabemos que não acontece assim. Mas foi preciso provar cientificamente que não existe este tipo de “geração espontânea”. A história explica-nos como foi desvendado o mistério. Leiam, porque é muito interessante.
        Daqui passámos à experiência e quisemos ser, espontaneamente, chefes de cozinha molecular. Portanto, aprendemos os procedimentos para fazer caviar de leite de coco e de groselha. A seguir, finalizámos este cozinhado com umas apetitosas gomas.
        Também é isto que se faz numa biblioteca escolar: caldos de literatura e ciência.

Receita para as gomas:
  1. Colocar os ingredientes num tacho e mexer bem:
    • 35g de gelatina em pó neutra
    • 1 saqueta de gelatina de sabor à escolha
    • 200 g de açúcar
    • 200 ml de água
      2. Levar a lume brando e deixar ferver durante 5 min., mexendo de vez em quando;
      3. Colocar a mistura nas formas de silicone;
      4. Levar ao frigorífico durante cerca de 1 hora;
      5. Desenformar as gomas e passá-las por açúcar;
      6. Provar o resultado.

O professor sugere...


segunda-feira, 1 de abril de 2019

Experiências com letras

A experiência vinda do gelo e “Darwin aos tiros”

        O caro leitor não deve estar a perceber nada do título, mas nada mais simples: estamos a falar da segunda sessão do projeto “Experiências com letras”. A aventura começou no dia 11 de março e ainda está por finalizar, uma vez que estamos a falar de uma atividade que abrange todo o 7º ano, portanto, 17 turmas.
        Começamos a nossa jornada com uma história do livro “Darwin aos tiros. E outras histórias da ciência” do físico Carlos Fiolhais e do bioquímico David Marçal. Este livro está recheado de histórias engraçadas e/ou curiosas da história da ciência e nós começámos por esta: “Porque está lá!”. Esta expressão terá sido dita pelo montanhista inglês George Mallory, em 1924, aquando da sua tentativa de escalar a elevação mais alta do mundo, o monte Evereste. Este montanhista morreu durante a tentativa juntamente com o seu companheiro Andrew Irvine. O corpo de Mallory foi encontrado, mas o do seu jovem companheiro não. Será que ainda lá estará? Em que condições? Quase 100 anos depois como se apresentará o corpo? Será que ainda existe corpo? Estas foram algumas das perguntas feitas à nossa plateia e uma possível resposta foi dada pelo documentário “Ötzi, o Homem do gelo” pela Discovery na Escola. Ötzi, assim batizada a múmia com mais de 5000 anos encontrada nos Alpes em 1991, estava em ótimo estado de conservação, pensando-se até que o corpo estaria há um máximo de duas semanas no gelo. Tinha pele, unhas, órgãos e até ainda existia conteúdo no estômago. Portanto, não será estranho se, um dia destes, se encontrar o corpo do alpinista, uma vez que o gelo tem a propriedade de conservar. Será que a experiência na biblioteca está relacionada com múmias? Não, mas está relacionada com o gelo.
        Iniciámos então a experiência: será que é possível fazer um gelado sem congelador e sem uma máquina própria para o efeito? É. Num recipiente colocamos gelo e adicionamos sal. Se medirmos a temperatura dessa mistura percebemos que ela estará bem abaixo dos zero graus celsius, temperatura necessária para formar gelo (medimos até -17ºC). Assim, este abaixamento abrupto da temperatura vai ser o nosso congelador improvisado. Agora é necessário juntar os ingredientes para o gelado e agitar, agitar muito.
1. Colocar num saco de congelação médio:
- 2 Pacotes de açúcar
- 1 Colher de chá de baunilha
- 1 Copo de leite
- ½ Copo de natas
2. Fechar o saco e agitar
3. Num saco de congelação grande colocar gelo até meia altura
e adicionar 8 colheres de sopa de sal.
4. Colocar o saco com a receita dentro do saco do gelo e fechar.
5. Agitar novamente até o gelado solidificar (5 a 10 minutos).

 
 



sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Experiências com letras


Desenvolveu-se entre 12 a 23 de novembro o projeto “Experiências com Letras” com o módulo 3DArte, direcionada aos alunos do 7º ano. Esta ação corresponde ao antigo projeto “Newton gostava de ler!” em que se alia a leitura de uma obra, ou de um excerto dela, a uma experimentação científica. Por que razão mudar o nome da atividade, se ela continua, na sua essência, a mesma? Aconteceu que a parte literária sofreu alterações, no sentido de se privilegiarem autores açorianos que, preferencialmente, façam parte do Plano Regional de Leitura.
Assim, passou pela Biblioteca a detetive Ruína Fortes que teve de resolver um enigma enviado por um grupo anónimo a operar nos Açores, que assina as mensagens encriptadas com “Free the landscape of Atlantis”. Como a detetive não foi capaz de resolver o mistério sozinha, teve de pedir ajuda à assistência que, no final de algumas experiências decifrou, prontamente, o enigma.
Para a realização destas experiências, foram necessários uns óculos especiais, cujas lentes são uma rede de difração, e objetos coloridos dispostos num fundo preto. Resulta daqui a difração da luz a provocar um efeito 3D. Deste modo, foi possível decifrar a mensagem: Isaías v. 41. Queres saber o que significa? Terás de ler o livro “Capítulo 41. A redescoberta da Atlântida” de Pedro Almeida Maia.

Boa Leitura!

À descoberta da Biblioteca

Como já é hábito, a Biblioteca Escolar desenvolve uma atividade chamada “Visita à biblioteca com realização de um Bibliopaper”. Este ano letivo, a ação desenvolveu-se de 15 de outubro a 6 de novembro, tendo como participantes as 17 turmas do 7º ano. Com esta ação, pretende-se que os alunos novos na escola não só conheçam e frequentem a Biblioteca, mas que saibam tirar o máximo partido dela. Portanto, aprendem sobre a sua organização, sobre as suas valências e sobre a forma de aceder, de uma maneira eficaz e rápida, à informação pretendida. Mas, como são sempre muitos dados, tem de haver algum instrumento que torne a aprendizagem mais fácil e é aí que entra o Bibiliopaper.
Numa tentativa de também estarmos na vanguarda do digital, o Bibliopaper foi realizado online e tinha acesso através de um código QR. Não sabes o que é? Nem como se utiliza? Os teus colegas também não, mas já aprenderam, porque foi mais uma competência que adquiriram.
Por fim, falta anunciar os vencedores: Ema, Duarte e Guilherme do 7ºE. Receberam um bloco, feito na nossa Oficina de Restauro de Livros com material reciclado. Sim, porque somos igualmente ecológicos.

Apptualiza-te


Como existem mais do que muitas apps por aí, quisemos dar uma ajudinha na escolha de algumas destas ferramentas digitais que tenham utilidade para a vida escolar dos alunos.
Este período foi a vez do Evernote: serve para fazer notas, não esquecer dos trabalhos de casa nem dos testes. No fundo, podem organizar-se todos os afazeres. Também pode servir como ferramenta de clipping, ou seja, pode guardar textos, artigos e outros tipos de conteúdo para leitura posterior. Ademais, tem a vantagem de estar disponível em todos os sistemas operacionais e funcionar offline. Apptualize-te!